domingo, 13 de maio de 2012

O MANUSCRITO DO IMPERADOR




Uma história para aqueles que ainda acreditam, com razão, que o passado sempre tem algo a ensinar. Em O Manuscrito do Imperador, une-se acuidade histórica a fluidez narrativa para construir uma aventura medieval, em que a relação entre Estado e Igreja, lei e ética religiosa leva a inevitáveis discussões e comparações com os dias atuais. Mais uma aventura do frei Matthew, personagem comparado ao monge William de Baskerville, de O Nome da Rosa, de Umberto Eco, pela complexidade de idéias por seu pensamento lógico.
Em O Manuscrito do Imperador, o frei se envolve em um perigoso jogo de poder e enigmas aparentemente insolúveis. Uma teia de intrigas que promete abalar definitivamente o frágil relacionamento entre o imperador Frederico II e o papa Inocêncio IV, criando uma onda de heresia capaz de inflamar o mundo.
O cenário é Parma, no ano de 1248, onde densas colunas de fumaça escurecem o céu: são as chamas que consomem o acampamento real.
Os soldados de Frederico II são massacrados pela população revoltosa e têm suas tendas saqueadas. Em meio à confusão, desaparece um manuscrito sobre a arte da falcoaria, escrito pelo próprio imperador, cujo conteúdo revela a chave para a paz entre Estado e Igreja.
Frederico II confia a busca do manuscrito a Ezzelino de Romano, seu vigário. A missão é passada a seu mais fiel servidor, Gualdo de Margnano. Em companhia do jovem miniaturista francês Simon, ambos seguem para o castelo de San Martino,onde acreditam estar escondido o documento. E lá encontram frei Matthew, que passa a ajudar na investigação.
Mas rumores sobre o escrito chegam aos ouvidos do papa. E Inocêncio encarrega seu inquisitor mais inescrupuloso de recuperar o texto. Quem conseguirá alcançá-lo primeiro? Quem vencerá a corrida?

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